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| Foto: Grãos |
Hoje acordei com o aroma do feijão carioquinha sendo cozido aqui em casa. Aroma fabuloso, por sinal. Não dá pra pensar numa refeição sem o feijão. Mesmo quando vou em algum "self service", onde por uma questão cultural, boa parte dos brasileiros não comem "arroz com feijão", ainda sim procuro ao menos aqueles brotos para não perder o hábito.
Isso me lembra outro modismo do passado, a tal dieta macrobiótica. Lembro que haviam pessoas que revendiam esse "programa". Era curioso, porque era uma época em que entrávamos numa fila pra comprar feijão ou carne. As máquinas remarcadoras de preço não paravam de funcionar. Era uma sinfonia quase uníssona; "tchac, tchac, tchac...". Coisa de doido. Lembrei também do tal de "overnight", que fez fortuna e ruína para muita gente nessa mesma época. Beth Carvalho cantava, "de que me serve um saco cheio de dinheiro, pra comprar um quilo de feijão?".
Hoje estamos a beira da merda novamente. Não sei se chegaremos a tanto. Se teremos um revival de uma era esquisita. Tomara que não! Enquanto isso, deixem eu saborear o carioquinha, por que tá bom demais! Tá maravilha!
Isso me lembra outro modismo do passado, a tal dieta macrobiótica. Lembro que haviam pessoas que revendiam esse "programa". Era curioso, porque era uma época em que entrávamos numa fila pra comprar feijão ou carne. As máquinas remarcadoras de preço não paravam de funcionar. Era uma sinfonia quase uníssona; "tchac, tchac, tchac...". Coisa de doido. Lembrei também do tal de "overnight", que fez fortuna e ruína para muita gente nessa mesma época. Beth Carvalho cantava, "de que me serve um saco cheio de dinheiro, pra comprar um quilo de feijão?".
Hoje estamos a beira da merda novamente. Não sei se chegaremos a tanto. Se teremos um revival de uma era esquisita. Tomara que não! Enquanto isso, deixem eu saborear o carioquinha, por que tá bom demais! Tá maravilha!

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