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| Foto: A dois passos do paraíso |
Acabo de ler um belo texto do amigo Alberto Ellobo do blog "Lubi Di Goro" que fala de forma lúcida sobre a vida, e toca num ponto interessante sobre a busca insana pela felicidade.
Sou jovem ainda, ao menos considero assim. Mas mesmo sendo jovem, já vivi muito essa vida. Já passei por muita coisa, inclusive estar de cara com a morte duas vezes. Oxe! O foco do texto é vida, felicidade. Deixemos a morte para outra hora.
Nessas idas e vindas pela vida, acabei compreendendo um detalhe crucial sobre a felicidade. Reparem que em quase 100% das vezes que alguém fala sobre felicidade, usa o ver "ser" e não o verbo "estar". E depois de pensar um pouco, fica fácil entender porque todos querem "ser" felizes, pois SER conota conquista pessoal, posse, muito mais do que o sentido básico deste verbo de ligação monossilábico. Como tal, esse pequeno verbo deveria dar sentido de estado do sujeito que o emprega, mas na verdade, fica explicita a entonação de posse desse sentimento utópico.
Felicidade é um estado momentâneo de humor, nada mais. Ser feliz todo o tempo é ruim, mas as pessoas perseguem essa idéia de possuir a felicidade. Tanto que concentram esse conceito de posse na aquisição de bens materiais, de conquistas pessoais e afins. Dificilmente há felicidade pelo outro, pelo desconhecido. Essa relação egoísta com a felicidade pode ser patológica, na minha opinião. Vejam que usam esse aspecto até na manipulação publicitária, porque assim se vende mais, se alcançam as metas esperadas. Crianças são ensinadas a serem felizes diante desse aspecto. Ganham presentes, são felizes. Ganham conhecimento, ficam entediadas. eita mundo louco.
Não há como negar que a busca pela felicidade constante é ruim e que escraviza. É uma pena que tenham doutrinado nosso sistema nervoso a liberar o "quarteto da felicidade" apenas diante dessas situações. Precisamos recalibrar nosso sistema. Estou feliz com esse texto. Estou feliz pelo tempo que for oportuno e nada mais.
Que venham outros sentimentos.
Sou jovem ainda, ao menos considero assim. Mas mesmo sendo jovem, já vivi muito essa vida. Já passei por muita coisa, inclusive estar de cara com a morte duas vezes. Oxe! O foco do texto é vida, felicidade. Deixemos a morte para outra hora.
Nessas idas e vindas pela vida, acabei compreendendo um detalhe crucial sobre a felicidade. Reparem que em quase 100% das vezes que alguém fala sobre felicidade, usa o ver "ser" e não o verbo "estar". E depois de pensar um pouco, fica fácil entender porque todos querem "ser" felizes, pois SER conota conquista pessoal, posse, muito mais do que o sentido básico deste verbo de ligação monossilábico. Como tal, esse pequeno verbo deveria dar sentido de estado do sujeito que o emprega, mas na verdade, fica explicita a entonação de posse desse sentimento utópico.
Felicidade é um estado momentâneo de humor, nada mais. Ser feliz todo o tempo é ruim, mas as pessoas perseguem essa idéia de possuir a felicidade. Tanto que concentram esse conceito de posse na aquisição de bens materiais, de conquistas pessoais e afins. Dificilmente há felicidade pelo outro, pelo desconhecido. Essa relação egoísta com a felicidade pode ser patológica, na minha opinião. Vejam que usam esse aspecto até na manipulação publicitária, porque assim se vende mais, se alcançam as metas esperadas. Crianças são ensinadas a serem felizes diante desse aspecto. Ganham presentes, são felizes. Ganham conhecimento, ficam entediadas. eita mundo louco.
Não há como negar que a busca pela felicidade constante é ruim e que escraviza. É uma pena que tenham doutrinado nosso sistema nervoso a liberar o "quarteto da felicidade" apenas diante dessas situações. Precisamos recalibrar nosso sistema. Estou feliz com esse texto. Estou feliz pelo tempo que for oportuno e nada mais.
Que venham outros sentimentos.

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