![]() |
| Foto: "Sinestesia - Cores, aromas e sabores" |
Sinestesia. Palavra estranha essa, não é? Bota estranha nisso. Tanto é estranha que resolvi falar um pouco sobre o que ela significa, qual a estranheza que me causa e até onde ela está presente na vida de todos nós.
Já havia ouvido o termo antes, muito tempo atrás mesmo, quando ainda lia algo sobre comportamento humano e tal. Mas nunca soube de fato o que era a tal sinestesia. Não muito tempo atrás, no intervalo de uma série de canal pago que gostava de assistir, vi um comercial de uma montadora de automóveis que tocava nesse tema. Puts! Que comercial bobo e que gente canastrona em cena. Arrumaram um jeito de explicar que sinestesia é uma capacidade humana de associar vários dos sentidos humanos com memórias, sensações e até sentimentos. Beleza, mas a forma como abordaram e as associações feitas no tal comercial eram demasiadamente toscas.
Deixando de lado o comercial furado de carro, falo aqui um pouco mais sobre esse aspecto humano. Acredito que todos nós tenhamos essa capacidade e quem sabe ela seja na verdade a base de nossos sentidos ou talvez um sexto sentido, quem sabe. Associar cheiros, cores, texturas e sons com memórias é algo básico para qualquer um. Quem sabe a diferença entre a maioria e aqueles que se dizem "sinestésicos" seja apenas fazer dessas associações parte do seu cotidiano. Fora que a maioria talvez faça isso cotidianamente, mas sem se dar conta do que seja, de que tenha esse nome estranho.
Quem nunca teve um arrepio ou uma lembrança física ao sentir um perfume? E ao ouvir uma música ou mesmo um som de natureza e se emocionou com isso, quem nunca? Para quem teve filhos recentemente, deve ter fresco na memória a associação sinestésica que os bebês fazem ao ouvirem um chiado ritmado que fazemos com a boca para acalma-los. É esse "chiado" os faz lembrar dos ruídos da pulsação da corrente sanguínea pelo bombeamento do coração. E logo assim que saem do ventre da mãe, e choram bastante, mas ao serem colocados colados com a mãe, o choro cessa imediatamente? Isso não se dá porque eles vêem a mãe e a reconhecem, não é mesmo? dããããh!!! É a temperatura, a pulsação, e quem sabe até mesmo a própria vibração ou campo energético que a mãe produz, mas isso já é especulação de minha parte, apesar de acreditar muito nesse aspecto.
Voltando aos trilhos fotográficos, digo que a Fotografia é capaz sim de nos causar sensações ou sinestesias. Aliás, penso ainda que a Sinestesia e a Fotografia andam de mãos dadas desde sempre. Pois de acordo com o conceito etimológico da palavra oriunda do grego "synaísthesis", que significa "juntar sensações" ou "sentir junto", e que caracteriza a espontaneidade com que associamos imagens à sensações, cheiros com sons e por aí vai.
De fato, Sinestesia e Fotografia formam uma síntese.
Já havia ouvido o termo antes, muito tempo atrás mesmo, quando ainda lia algo sobre comportamento humano e tal. Mas nunca soube de fato o que era a tal sinestesia. Não muito tempo atrás, no intervalo de uma série de canal pago que gostava de assistir, vi um comercial de uma montadora de automóveis que tocava nesse tema. Puts! Que comercial bobo e que gente canastrona em cena. Arrumaram um jeito de explicar que sinestesia é uma capacidade humana de associar vários dos sentidos humanos com memórias, sensações e até sentimentos. Beleza, mas a forma como abordaram e as associações feitas no tal comercial eram demasiadamente toscas.
Deixando de lado o comercial furado de carro, falo aqui um pouco mais sobre esse aspecto humano. Acredito que todos nós tenhamos essa capacidade e quem sabe ela seja na verdade a base de nossos sentidos ou talvez um sexto sentido, quem sabe. Associar cheiros, cores, texturas e sons com memórias é algo básico para qualquer um. Quem sabe a diferença entre a maioria e aqueles que se dizem "sinestésicos" seja apenas fazer dessas associações parte do seu cotidiano. Fora que a maioria talvez faça isso cotidianamente, mas sem se dar conta do que seja, de que tenha esse nome estranho.
Quem nunca teve um arrepio ou uma lembrança física ao sentir um perfume? E ao ouvir uma música ou mesmo um som de natureza e se emocionou com isso, quem nunca? Para quem teve filhos recentemente, deve ter fresco na memória a associação sinestésica que os bebês fazem ao ouvirem um chiado ritmado que fazemos com a boca para acalma-los. É esse "chiado" os faz lembrar dos ruídos da pulsação da corrente sanguínea pelo bombeamento do coração. E logo assim que saem do ventre da mãe, e choram bastante, mas ao serem colocados colados com a mãe, o choro cessa imediatamente? Isso não se dá porque eles vêem a mãe e a reconhecem, não é mesmo? dããããh!!! É a temperatura, a pulsação, e quem sabe até mesmo a própria vibração ou campo energético que a mãe produz, mas isso já é especulação de minha parte, apesar de acreditar muito nesse aspecto.
Voltando aos trilhos fotográficos, digo que a Fotografia é capaz sim de nos causar sensações ou sinestesias. Aliás, penso ainda que a Sinestesia e a Fotografia andam de mãos dadas desde sempre. Pois de acordo com o conceito etimológico da palavra oriunda do grego "synaísthesis", que significa "juntar sensações" ou "sentir junto", e que caracteriza a espontaneidade com que associamos imagens à sensações, cheiros com sons e por aí vai.
De fato, Sinestesia e Fotografia formam uma síntese.

Comentários
Postar um comentário